Porém, as exigências e pressão para cumprimento de metas da empresa eram feitas por mensagem e nas reuniões matinais que ocorriam no supermercado. A defesa afirmou que irá recorrer da decisão e pedir aumento no valor da indenização.
A decisão de primeira instância foi tomada em abril deste ano. O Novo Atacarejo tentou reverter a condenação e submeteu matéria à segunda instância, porém o pedido foi negado e a sentença foi mantida.
O que diz o Novo Atacarejo
Procurado pelo g1, o Novo Atacarejo divulgou nota com posicionamento sobre o caso.
Segundo a empresa, o uso do banheiro por funcionários depende "de procedimentos operacionais destinados a assegurar tanto a continuidade do atendimento aos clientes quanto o pleno atendimento das necessidades de seus colaboradores".
Também afirmou que:
sobre a funcionária ter sido vetada de usar o banheiro em tempo hábil, "tais condutas são incompatíveis com os valores, as políticas internas e a cultura organizacional da companhia";
"a empresa respeita as instituições, mas exercerá os meios processuais ainda previstos em lei, por entender que a decisão não traduz integralmente o contexto discutido no processo";
"a companhia investe continuamente na capacitação de suas lideranças, no fortalecimento de seus canais internos de integridade e na promoção de um ambiente de trabalho pautado pelo respeito, pela ética e pela conformidade com a legislação trabalhista".
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