A organização de saúde responsável pelo atendimento na região da Cracolândia, em São Paulo, contratou por R$ 30 mil mensais a filha de uma das servidoras encarregadas de firmar o contrato com a entidade.
A funcionária da Secretaria de Saúde da capital paulista Paulete Secco Zular foi uma das três servidoras designadas a analisar documentos das entidades concorrentes do chamamento público para atender as unidades de Saúde dos territórios da Santa Cecília, que concentra o atendimento a usuários de droga da Cracolândia e da Sé.
Paulete também é mãe de uma médica contratada pela Associação Filantrópica Nova Esperança (Afne), entidade vencedora do certame que teve a genitora entre as fiscalizadoras.





