A situação se agravou no último ano: a taxa passou de 3,7% em abril de 2025 para 12,1% um ano depois. Diante desse cenário, bancos públicos lançaram programas de renegociação de dívidas em atraso.
A taxa de desemprego ficou em 7,8% no primeiro trimestre de 2026, ante 5,7% registrados quando o presidente Javier Milei assumiu o cargo. A informalidade no mercado de trabalho também avançou e atingiu 44% em abril, informou o Indec na segunda-feira.
"Os setores que crescem, como a mineração, não contratam muita mão de obra e sua atividade depende mais das exportações. Os setores que estão em queda concentram mais empregos e vendem para o mercado interno", afirmou à AFP Florencia Fiorentin, economista-chefe da Epyca Consultores.
No fim de 2023, o presidente argentino Javier Milei lançou um rígido plano de austeridade que pôs fim ao déficit fiscal crônico do país e reduziu em cerca de um terço a inflação, que havia atingido patamares de três dígitos. A economia cresceu 4,4% em 2025 e deve se aproximar de 3% neste ano.





