Alisson e Neymar participam normalmente do último treino antes do jogo contra a Escócia
A Seleção Brasileira está a caminho da Flórida, onde joga nesta quarta-feira (24) contra a Escócia. O voo atrasou muito por conta do mau tempo em Nova Jersey. O repórter Felipe Brisolla acompanhou nesta terça-feira (23) o último treino da Seleção antes da viagem para a Flórida.
É um local sempre muito disputado por fotógrafos e jornalistas: o corredor por onde passam os jogadores a caminho do treino. E, nesta terça-feira (23), estava todo mundo de olho em uma cena: Alisson tranquilo em direção ao campo. Se na segunda-feira (22), ele fez trabalhos internos na academia e não apareceu no gramado, a presença dele no treino de véspera da partida, é o sinal de que o goleiro titular do Brasil vai para o jogo.
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E foi o terceiro dia seguido com Neymar trabalhando sem limitações. Mostrou até disposição para marcar e recebeu aprovação de Casemiro, que está acostumado com essa função. O atacante deve ficar como opção no banco de reservas.
Último treino da Seleção antes da viagem para a Flórida
Jornal Nacional/ Reprodução
E no lugar de Raphinha – que se machucou contra o Haiti – são muitos os candidatos pedindo uma chance. Como Endrick, Rayan, Luiz Henrique e Gabriel Martinelli. Além da possibilidade de enfrentar um adversário em tese mais fraco na próxima fase, a Seleção Brasileira quer muito esse primeiro lugar no grupo para manter essa estrutura pelo maior tempo possível.
"Com certeza a gente quer ir lá em Miami e ganhar o jogo para nos classificarmos em primeiro, para continuar aqui no hotel, aqui com todas as facilidades que a gente tem aqui, é muito melhor. Se a gente classificar em segundo, a gente tem que ir para o México, acaba mudando um pouco a programação”, diz Gabriel Martinelli, atacante da Seleção.
São muitos motivos para querer vencer a Escócia: seguir um caminho mais confortável na Copa e em Nova Jersey, a casa da Seleção nos Estados Unidos.
Comentários
O repórter Pedro Bassan e o comentarista Denílson em Miami, nos Estados Unidos
Jornal Nacional/ Reprodução
O repórter Pedro Bassan e o comentarista Denílson estiveram no estádio de Miami nesta terça-feira (23).
Renata Vasconcellos: Denílson, desvenda um mistério para a gente: quem vai substituir o Raphinha
Denílson, comentarista: Respondendo a sua pergunta, eu imagino que seja o Luiz Henrique o substituto do Raphinha, para ele não mudar a configuração do que foi o último jogo, com o Matheus Cunha mais avançado, como referência no sistema ofensivo. Apesar dele ter contato com o Rayan no último jogo, o Rayan, na minha opinião, vai ficar como opção para o segundo tempo.
Pedro Bassan, repórter: A Escócia vem forte. Eles têm bons jogadores, principalmente Scott McTominay – que é um jogador do Napoli, da Itália -, um jogador de muito destaque. O Brasil tem que se preocupar com ele e com mais alguém nesse time?
Denílson: Tem que se preocupar, de um modo geral, com o time todo. Ele se destacou na última temporada, no futebol italiano. Um jogador competitivo. É a grande referência do time da Escócia. Mas é um time que compete muito. Não significa que jogue bem. Mas a Escócia compete e isso, dentro de uma Copa do Mundo, é perigoso.





