Tarcísio comenta operação sobre contrato de Wi-Fi e defende autonomia da polícia
Após o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), criticar a operação da Polícia Civil que apontou indícios de sobrepreço na execução do programa WiFi Livre SP ao comparar os valores cobrados pelo Instituto Conhecer Brasil (ICB) com os praticados pela Prodam, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu a autonomia da corporação durante visita a Rio Claro (SP), nesta terça (2).
Na última segunda (1°), o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), criticou a operação e saiu em defesa da empresária Karina Gama, responsável pelo ICB. Ele afirmou que considera Karina uma mulher "decente" e "trabalhadora" e sugeriu "perseguição política", caso a investigação esteja relacionada à ligação dela com o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ao ser questionado sobre a declaração de Nunes, Tarcísio disse que a operação da polícia é uma coisa que o governo não interfere. "A polícia tem autonomia para fazer as suas investigações, para fazer as suas operações. É uma instituição de Estado", falou o governador pela primeira vez publicamente sobre a operação.
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O governador defendeu que havia uma investigação e que a polícia cumpriu a demanda do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). "E, portanto, tivemos a operação. E sempre vai ser assim. A polícia vai ser e sempre será uma instituição do Estado, está a serviço do Estado".





