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Em meio à crise dos Correios, agência tombada no interior de SP vira ponto de memória com ‘ecossistema’ próprio

Em meio à crise dos Correios, agência tombada no interior de SP vira ponto de memória
É terça-feira e o Centro de Campinas (SP) pulsa. Na Avenida Francisco Glicério, os pedestres caminham apressadamente, lutando contra o tempo, sem notar que, a poucos metros, o relógio do edifício dos Correios marca uma época que já não existe mais.

Em meio à crise da estatal, a edificação, inaugurada em 1948 e tombada como patrimônio histórico, resiste à modernização e parece ajudar a “bombear o sangue” que mantém a região central viva. Todos os dias, centenas de pessoas ainda passam pelo local.
Nos quase 80 anos de existência, a agência passou de uma construção “monumental” para mostrar o avanço industrial da cidade a um retrato das transformações e das contradições da própria cidade.
Detalhes arquitetônicos revelam o passado do local. O piso de mármore preto e branco, por exemplo, ainda exibe no centro uma estrela com a sigla “DCT”, que identificava o antigo Departamento de Correios e Telégrafos.
A agência da Avenida Francisco Glicério é uma das sete tombadas pelos órgãos de patrimônio federal, estadual ou municipal em todo o estado de São Paulo.

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