Macaco-prego que se feriu ao fugir de hospital pede mão de veterinário durante tratamento
A macaco-prego Tarumã, que foi eletrocutada ao caminhar sobre um fio de energia no bairro Umuarama, na última semana, morreu após ser submetida à eutanásia na tarde desta terça-feira (12), em Uberlândia. De acordo com o veterinário-chefe do Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (HV-UFU), o quadro da primata era irreversível.
“No caso da Tarumã, houve uma pequena melhora inicial, o que gerou esperança na equipe. No entanto, o quadro evoluiu de forma complicada e chegou a um ponto em que não existiam mais recursos técnicos capazes de reverter o sofrimento do animal”, explicou Márcio.
Segundo Bandarra, a eutanásia é adotada apenas quando não há mais possibilidade de reverter o quadro clínico do animal. Antes da decisão, todas as alternativas e tentativas de tratamento foram realizadas na busca pela recuperação.
Ainda conforme o veterinário, quando o estado é considerado irreversível, o procedimento é realizado para evitar que o animal continue sofrendo ou entre em agonia. Por isso, a eutanásia também é entendida como uma forma de proporcionar uma morte sem dor.
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Macaca comoveu ao pedir mão de veterinário para se sentir segura
Durante o tratamento de Tarumã, a primata foi flagrada estendendo a mão a um dos veterinários da equipe. Na ocasião, o profissional retribuiu a busca por apoio e segurança do animal.





