Fonte original: G1 DF
Foto de 19 de novembro de 2025 mostra a fachada do prédio do Banco de Brasília (BRB)
Joédson Alves/Agência Brasil
As associações ANEABRB e AABR, que representam 13,55% dos acionistas minoritários do Banco de Brasília (BRB), votaram contra o aumento de capital de até R$ 8,8 bilhões aprovado em assembleia nesta quarta-feira (22).
As entidades afirmam que são favoráveis à recomposição do capital do banco, que é controlado pelo governo do Distrito Federal, mas criticam a forma como a decisão foi tomada.
Segundo as associações, o BRB fixou preço e volume da emissão de ações sem ter certeza sobre o tamanho real do prejuízo causado pelas operações malsucedidas com o Banco Master. Os acionistas apontam que o BRB:
não divulgou o balanço financeiro de 2025;
não apresentou o relatório de auditoria forense;
reconhece em juízo que os prejuízos finais “devem alcançar valor bilionário” sem quantificação precisa.
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Para os acionistas, essa definição não deveria ocorrer antes da conclusão dos números finais do prejuízo e da divulgação completa das informações financeiras.
“A conversão agora, antes dessa apuração, em capital social permanente, transfere o custo econômico da fraude para acionistas que não deram causa a ela — inclusive para os investidores pessoas físicas que não dispõem de recursos para acompanhar subscrição de R$ 8,8 bilhões”, escreveu a ANEABRB, em nota.
De acordo com as entidades, a provisão para perdas relacionad…





