Fonte original: G1 DF
Veja depoimento de suspeito de matar cabo em quartel no DF
O soldado Kelvin Barros da Silva, de 21 anos — suspeito de matar a cabo Maria de Lourdes e atear fogo no quartel em Brasília — foi indicado pela Polícia Civil do Distrito Federal pelos crimes de feminicídio, incêndio, peculato e fraude processual.
Kelvin está preso há uma semana no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília, para onde foi levado no último dia 5. Em depoimento, ele confessou o crime.
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Em depoimento à polícia, testemunhas negaram que Maria de Lourdes e Kelvin aparentassem ter um relacionamento amoroso e disseram ainda que a vítima mal sabia manusear uma arma de fogo — ambas as declarações contradizem o que afirmou Kelvin em depoimento (veja detalhes abaixo).
A Polícia Civil aponta ainda que o soldado teria pegado emprestado o isqueiro usado para atear fogo ao quartel, outra contradição ao depoimento do suspeito, que afirmou ser dele o item usado no crime.
Expulso
Kelvin Barros da Silva, de 21 anos, suspeito de matar militar e iniciar incêndio em quartel no DF
Reprodução
O Exército concluiu, em menos de uma semana, o procedimento administrativo contra o soldado. Segundo a corporação, o soldado foi excluído da Força Armada “a bem da disciplina” na última sexta-feira (12).
A exclusão do Exército já foi informada à unidade militar, que deverá formalizar um pedido de vaga em presídio comum à Vara de Execuções Penais e à Justiça Militar.
Com isso, K…





