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Polícia diz que não houve ameaça em cachorro morto enviado a vereadora no RS: ‘forma de protesto’

Vereadora defensora da causa animal recebe cachorro morto em caixa no RS
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul concluiu a investigação sobre o cachorro morto enviado a uma vereadora de Novo Hamburgo em uma caixa. A conclusão da 2ª Delegacia de Polícia do município foi de que não houve ameaça contra Deza Guerreiro (PP) na ação, mas que foi uma "forma de protesto".
Uma mulher que não teve a identidade divulgada foi indiciada, contudo, por injúria real, maus tratos qualificado de cães e gatos, transporte irregular de resíduos sólidos e poluição por descarte irregular de carcaça de animal. O caso foi remetido ao Judiciário.
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Segundo a investigação policial, a mulher era tutora do cão morto, da raça pinscher. Ele teria sido solto no sábado (4) para dar um passeio diário quando foi atacado por cães comunitários que vivem próximos à sua casa.

A indiciada relata ter tentado tratar o animal, limpando as feridas e ministrando dipirona. Porém, alega falta de condições financeiras para um tratamento veterinário devido a gastos significativos com um problema de saúde que ela mesma teria sofrido recentemente.
O cão veio a falecer na madrugada de domingo (5) para segunda-feira (6). Na manhã, a mulher teria enviado a carcaça do animal como “uma forma de protesto pela omissão, pela ótica dela, do poder público em relação à questão dos cães comunitários, que, segundo ela, já teriam atacado e matado outro animal de uma vizinha”, informou a polícia.

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