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Mulheres imigrantes temem ficar sem abrigo após prefeitura não renovar contrato de casa de acolhida na Zona Leste de SP

A decisão também determinou a manutenção dos atendimentos nos moldes vigentes, sob pena de multa diária de R$ 30 mil, limitada a R$ 1 milhão. A prefeitura recorreu, mas a Justiça manteve a decisão em março.
O Centro de Apoio e Pastoral do Migrante (Cami), que acompanha o atendimento a imigrantes e refugiados na capital, afirma que acompanha a situação e teme que mulheres em situação de vulnerabilidade fiquem desassistidas.
Em nota, a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social informou que, com a aproximação do fim do contrato, a organização responsável pela casa decidiu não dar continuidade ao gerenciamento do serviço. A pasta afirmou que iniciou o reordenamento das famílias para outros serviços de acolhimento.
Já a Congregação das Irmãs Palotinas informou que depende integralmente dos repasses da prefeitura para manter a unidade e que, sem recursos próprios para custear a estrutura, foi obrigada a encerrar a prestação do serviço.

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