No entanto, o cantor destaca que o divisor de águas definitivo em sua carreira foi a gravação do clássico "O Menino da Porteira", que o consagrou no gênero sertanejo e abriu portas para os seus prêmios Grammy.
Para ele, a capacidade de se conectar com o público por meio de canções alegres ou de faixas confessionais é um dom divino focado em confortar as pessoas.
"O artista é Deus que dá esse dom de cantar para você poder alegrar os corações", diz.
Ao longo dos anos, essa versatilidade garantiu parcerias com diferentes gerações da música brasileira, desde nomes consolidados como Almir Sater, Renato Teixeira e Daniel, até destaques atuais do sertanejo, como a cantora Ana Castella.
Além da carreira musical, Sérgio Reis relembrou sua trajetória como ator. Uma das curiosidades dos bastidores envolve a novela "O Rei do Gado" (1996), da TV Globo, na qual ele interpretou o peão Zé Bento (Saracura). Durante as gravações das cenas no Pantanal, um dos aviões que aparecia na trama pertencia ao próprio sertanejo, que alugava a aeronave para a produção da emissora.
Apresentação em Cabreúva
Sérgio Reis afirma que a proximidade com o público é o segredo para afastar o nervosismo antes de subir ao palco. O cantor explicou que busca descontrair a plateia logo na primeira música por meio de piadas e conversas, quebrando a barreira formal entre o artista e os fãs.





