Fonte original: G1 Política
O nome do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) aparece do início ao fim no roteiro da rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), assim como o ministro Alexandre de Moraes, defendiam o nome de Pacheco na composição do STF.
Sem Pacheco, Alcolumbre comprou a briga com o governo e colocou no colo do presidente Lula uma das maiores derrotas políticas da história do petista.
Lula sempre teve outros planos para Rodrigo Pacheco. Os dois se reaproximaram nos últimos meses, e Pacheco até aceitou ser pré-candidato ao governo de Minas Gerais.
Quantidade de votos contrários à indicação de Jorge Messias ao STF surpreendeu até a oposição
O caldo, no entanto, entornou para todos os lados. Pacheco não foi indicado ao STF como queria Alcolumbre e também não deve disputar o governo de Minas Gerais como quer Lula.
Na véspera da sabatina e análise do nome de Messias na CCJ e no plenário do Senado, Pacheco almoçou com Messias, posou para fotos e assinou nota de apoio ao indicado.
No plenário da CCJ, Pacheco cumprimentou, um a um, senadores e senadoras, enquanto Messias era sabatinado — e, por fim, saudou Messias.
No plenário, enquanto David Alcolumbre votava, a toque de caixa, as nove indicações até chegar à décima — a de Jorge Messias ao STF —, Pacheco se manteve discreto em meio a parlamentares, convidados e visitantes eufóricos, aos berros, com celulares apontados para a sessão e para a derrota históri…


