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Plantão judiciário negou urgência em caso de estupro coletivo, e suspeitos fugiram antes da prisão, diz delegado

Fonte original: G1 Política

Plantão nega urgência em caso de estupro coletivo; prisão sai 21 dias depois
O pedido de prisão dos quatro suspeitos de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em um apartamento em Copacabana, esbarrou inicialmente no plantão judiciário.
Ouvido pelo blog, o delegado Ângelo Lages, titular da 12ª DP (Copacabana), disse que a Polícia Civil solicitou as prisões e os mandados de busca e apreensão ainda durante o plantão.
O caso, porém, não foi considerado urgente naquele momento.
O processo foi distribuído primeiro para a Vara de Violência Doméstica e, depois, para a vara especializada em crimes contra crianças e adolescentes.
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O abuso ocorreu no dia 31 de janeiro, segundo o inquérito policial. E o decreto das prisões saiu só na última sexta-feira (27), cerca de 20 dias depois do pedido inicial da polícia.
Quando os mandados foram expedidos pela Justiça, os suspeitos já não estavam em casa.
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Ângelo afirma que tentou antecipar o cumprimento das prisões para sábado (28), a fim de surpreendê-los, mas eles não foram localizados. A polícia não sabe quando os suspeitos deixaram as residências.
Segundo o delegado, como as defesas já tinham acesso ao processo, não houve efeito surpresa no cumprimento das ordens judiciais.
Dois dos suspeitos se entregaram nesta terça (3), e dois são procurados. Há ainda um adolescente envolvido, e o caso dele é analis…

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