Fonte original: G1 Política
Com pena de reclusão de 3 a 12 anos, e multa, o crime de gestão fraudulenta de instituição financeira, previsto na lei que define os delitos contra o Sistema Financeiro Nacional (Lei n° 7.492/1986), é o que tem a pena mais alta no conjunto de práticas criminosas supostamente praticadas no processo de tentativa de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB) em 2025. A compra foi barrada pelo Banco Central, que liquidou o banco de Daniel Vorcaro
De acordo com investigadores, além da gestão fraudulenta de instituição financeira, são investigados neste inquérito crimes como falsidade de documento público, com pena máxima de seis anos de prisão, e associação criminosa, que possui pena prevista, no Código Penal, de um a três anos.
O caso Master reúne, só sob a relatoria, no Supremo Tribunal Federal (STF), do ministro Dias Toffoli, três frentes de investigação distintas: uma sobre a tentativa de compra do banco de Daniel Vorcaro pelo BRB, que é o caso mais adiantado, segundo investigadores; uma segunda acerca das fraudes financeiras supostamente praticadas pelo Master por meio de fundos de investimentos, sobretudo pela gestora Reag e uma terceira, instaurada mais recententemente, sobre a atuação de influencers supostamente pagos para atacar o Banco Central por meio de postagens nas redes sociais.
A expectativa dos investigadores é concluir a investigação sobre a tentativa de compra do Master pelo BRB até meados de março. Não se descarta até mesmo que isso ocorra an…





