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De olho em 2018, Celina Leão anuncia saída do PDT

 Com sintomas de que poderá ser candidata ao GDF nas próximas eleições, a presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Celina Leão, anunciou nesta terça-feira (16) à reportagem da TV Globo que deixará  o PDT. Ela afirma que encaminha filiação ao PPS. Caso realmente pense na disputa do Buriti, o PPS não parece ser um caminho fácil. Os exemplos recentes são claros.

“Estou anunciando a minha saida oficial do PDT. Eu devo acompanhar o senador Cristovam [Buarque] na filiação ao PPS, e a motivação é muito clara: porque eu fui para o partido a convite dos dois senadores, do Reguffe e do Cristovam. Com a saida dos dois… Eu sempre fui oposição ao governo federal e a gente fica com muito desconforto de permanecer no PDT”.

Em junho do ano passado, Celina deixou a base de apoio do governador Rodrigo Rollemberg. Na ocasião, a parlamentar afirmou que adotaria postura “independente”. “Eu peço ao governador do DF que faça uma requalificação de seu governo, que faça o primeiro choque de gestão. Todos os projetos que o governador precisar para cuidar da cidade, ele terá o meu apoio. Mas essa Casa tem se portado de forma independente. Eu quero ter a liberdade de estar livre, descomprometida de qualquer projeto em que eu tenha dúvidas”, disse, à época.

O motivo para deixar o bloco de apoio ao governador foi a manutenção de nomes ligados à gestão anterior em setores do GDF, como a Casa Civil. Celina chegou a dizer que o PT fazia oposição sem deixar os postos.

“O que me deixa brava é você ver essas pessoas descredenciarem esse governador e estarem lá na Casa Civil. Tinham que ter vergonha na cara, pedir exoneração. Se falar que é mentira, eu tenho nomes, eu trouxe as listas”, afirmou, sem citar nomes ou cargos específicos.

Durante o pronunciamento, Celina afirmou que o PDT foi “abandonado” pelo governo, embora tenha integrado a coligação na disputa eleitoral. “Os nossos senadores [Reguffe e Cristovam] sequer são consultados. Desde a transição, foi muito bem colocado que o lugar do PDT e do Solidariedade era longe, que o governo seria de técnicos. Temos um governo de técnicos, que não respeita a classe política e não resolve os problemas”, disse na ocasião. Com informações do G1 e DFTV.

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