A decisão do empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro e dono do Banco Pleno, de fazer mudanças na sua equipe de defesa e sinalizar possível nova postura nas investigações sobre o caso Master acendeu alerta entre integrantes do PT.
O Metrópoles mostrou, na coluna de Manoela Alcântara, que Lima decidiu falar mais e, agora, está dois advogados no seu quadro de defesa. A mudança ocorre após meses de silêncio sobre as investigações iniciadas no fim de 2025, que apuram supostos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
4 imagensFechar modal.1 de 4Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master, é um dos alvos da Operação Compliance ZeroPaulo Mocofaya/Agência ALBA2 de 4Jaques Wagner e Augusto Lima, alvos da operação da PFMetrópoles3 de 4Augusto Ferreira LimaPaulo Mocofaya/Agência ALBA4 de 4Augusto LimaFreeImage
A movimentação chamou a atenção de assessores e parlamentares do PT na noite de terça-feira (4/8). Augusto, como a coluna já mostrou, mantém relação próxima, especialmente, com integrantes do PT da Bahia, seu estado.
A Polícia Federal já apontou, por exemplo, que ele tem ao menos 74 ligações com o senador Jaques Wagner (PT-BA).
O que aconteceu
Na noite de terça-feira, os advogados Ticiano Figueiredo, Pedro Ivo Velloso e outros integrantes do escritório que atuavam na defesa de Augusto Lima renunciaram ao caso.




