“A higiene pessoal aqui é a parte pior: banheiro sem infraestrutura, água gelada para tomar banho e sem muitas condições de uso. Ajuda aqui é só mesmo dessas associações, e vamos nos virando como podemos. Porém, aqui venta muito e se torna ainda mais difícil, a aduana é chão batido e tem muita poeira”, completa.
A gravidade da situação em Mendoza exigiu inclusive a atuação da Agência Federal de Emergências da Argentina no resgate de turistas ilhados com o uso de veículos adaptados com esteiras de rolamento.
Para os caminhoneiros, contudo, a liberação da rota depende do fim da precipitação em Las Cuevas, o ponto mais alto e perigoso da travessia.
Os motoristas estimam que o tráfego só possa ser restabelecido a partir do dia 8 de agosto, quando as condições meteorológicas devem permitir a remoção do acúmulo de neve na pista. Mais de 100 turistas são resgatados em nevasca na Cordilheira dos Andes
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