O ministério citou ainda o fato de os EUA terem anunciado o indicado publicamente antes encaminharem o pedido de aval ao Brasil.
No comunicado o Itamaraty afirmou que o pedido está em análise e que não há regra no direito internacional que estipule um prazo para a resposta. O governo brasileiro também fez outras críticas aos Estados Unidos.
"A decisão de hoje não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo", afirmou.
"Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente."
Nos bastidores, diplomatas brasileiros classificaram a medida como uma "chantagem".
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