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Atentado em Brasília: grupo tinha plantas de prédios e manuais de explosivos

Investigados alvos da Operação Rede Interrompida, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), compartilhavam plantas arquitetônicas e modelos tridimensionais de edifícios localizados na região central de Brasília enquanto discutiam possíveis ações para o período das eleições de 2026.
A investigação é conduzida pela Divisão de Prevenção e Combate ao Extremismo Violento (DPCev), vinculada ao Departamento de Inteligência da corporação, e conta com apoio das Polícias Civis dos estados onde são cumpridas as diligências. A ação tem apoio do Ciberlab, laboratório ligado à Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segundo a PCDF, a descoberta foi feita durante a análise de comunicações atribuídas ao grupo, investigado por suposta atuação ligada ao extremismo violento. As conversas também faziam referências frequentes à capital federal como destino de uma mobilização prevista para as eleições.
De acordo com a investigação, além das plantas dos prédios, os investigados compartilhavam mapas da região, discutiam a seleção de possíveis alvos, recrutamento de participantes em diferentes estados, formação tática e estratégias relacionadas à ocupação de edificações.

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