Belo Horizonte – Oficializado neste domingo (2/8) como candidato à reeleição ao Governo de Minas pelo PSD, Mateus Simões chamou o ex-deputado federal Eduardo Cunha de “cadáver” ao comentar as articulações para as eleições de 2026. Ao analisar o cenário, Simões atribuiu a indefinição à polarização política:
“A polarização levou ao retardamento das decisões e os oportunistas de plantão viram aí uma possibilidade de ressuscitar cadáveres como o de Eduardo Cunha. Afinal de contas, eu continuo me perguntando como é que um presidiário cassado do Rio de Janeiro veio parar em Minas Gerais para ser candidato a deputado estadual”. disse.
A declaração foi dada ao ser questionado sobre a demora na definição das chapas majoritárias em Minas. Até o momento, todas as candidaturas ao governo oficializadas pelas convenções partidárias seguem sem um vice definido e, em alguns casos, também sem a composição completa para o Senado.
Na sequência, o governador também criticou a influência de lideranças nacionais nas negociações políticas em Minas. “Eu não consigo entender por que não são os políticos mineiros que estão tomando as decisões das outras chapas. Na nossa chapa, são os políticos mineiros. Nós temos aqui os deputados estaduais, deputados federais, o nosso senador, presidente do partido. (…) Nós decidimos quem são os candidatos que representam Minas Gerais. Não veio ninguém de fora dizer para a gente quem vai comandar a política.”





