Em 48 horas, de 50 a 60 mil marroquinos e argelinos entraram ilegalmente em Ceuta, cidade do enclave espanhol no Marrocos. De acordo com o Ministério do Interior espanhol, 25 mil já teriam retornado ao Marrocos.
Quantos ainda tentarão alcançar o território da Espanha na Europa e, a partir dali, a França, a Alemanha, a Itália ou outro país da União Europeia que faz parte do Espaço Schengen?
Não se sabe.
As imagens apocalípticas da invasão a nado e por meio de embarcações precárias protagonizada por homens jovens têm culpado: o populismo da esquerda espanhola. Da esquerda europeia.





