Saiba qual o custo invisível do descarte irregular para sua empresa.
REPRODUÇÃO CETES AMBIENTAL
Quando um material é descartado de forma inadequada, o impacto vai muito além da poluição visível. Produtos químicos, equipamentos eletrônicos, solventes, óleos, materiais contaminados e itens provenientes de atividades industriais e da área da saúde podem comprometer o solo, contaminar rios, atingir o lençol freático e colocar em risco a saúde da população.
Embora muitas empresas ainda enxerguem o gerenciamento de materiais descartados apenas como uma obrigação legal, o engenheiro químico José Claudio da Silva, diretor da Cetes Ambiental, alerta que a destinação inadequada desses materiais pode desencadear uma série de problemas ambientais que, muitas vezes, demoram anos para serem percebidos.
"O descarte correto não deve ser encarado apenas como uma exigência da legislação, mas como uma responsabilidade ambiental e social. Quando uma empresa conhece a origem dos materiais que gera e realiza a destinação adequada, ela protege o meio ambiente, reduz riscos para seus colaboradores e demonstra compromisso com a sustentabilidade”, afirma o diretor.
A legislação brasileira estabelece regras específicas para o armazenamento (ABNT NBR 12.235), o transporte (ABNT NBR 13.221) e a destinação de resíduos potencialmente poluentes. Quando essas normas não são cumpridas, empresas e responsáveis podem responder por infrações administrativas, sofrer multas e, em casos mais graves, responder criminalmente por danos ambientais.
A Cetes é uma empresa de consultoria especializada em gerenciamento completo na assessoria ambiental.
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Segundo o engenheiro José Claudio, investir em gestão ambiental deixou de ser apenas uma exigência regulatória e passou a fazer parte da estratégia das organizações que desejam operar com segurança, responsabilidade e sustentabilidade. Além de atender à legislação, práticas corretas de gerenciamento contribuem para reduzir riscos, preservar recursos naturais e fortalecer a credibilidade das empresas perante clientes, parceiros e a sociedade.
Os efeitos do descarte inadequado nem sempre são imediatos. Em muitos casos, a contaminação ocorre de forma silenciosa e seus impactos só se tornam perceptíveis anos ou até décadas depois, dificultando a identificação da origem do problema e elevando os custos de recuperação ambiental.
O tempo de decomposição dos materiais ajuda a dimensionar esse desafio. Enquanto uma embalagem plástica pode permanecer no meio ambiente por até 450 anos, uma lata de alumínio leva entre 200 e 500 anos para se decompor. No caso do vidro, esse período ultrapassa os 4 mil anos. Já pilhas, baterias e equipamentos eletrônicos representam um risco ainda maior: além de permanecerem por longos períodos no ambiente, podem liberar metais pesados e outras substâncias tóxicas quando descartados sem o tratamento adequado, comprometendo o solo, os recursos hídricos e a biodiversidade.
Esse cenário reforça a importância de políticas preventivas, monitoramento constante e da contratação de empresas especializadas para garantir que cada material receba a destinação ambientalmente adequada.
Há mais de 12 anos, a Cetes Ambiental tem o compromisso com o meio ambiente e com a qualidade de vida das pessoas. Além de uma gestão feita com documentação, coleta, transporte e destinação final de resíduos Classe I (perigosos) e Classe II (não perigosos), com toda a operação rastreada e certificada.
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