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Homem é encontrado morto com mãos amarradas e fio de carregador no pescoço em MS

Carregador de celular com fio (Foto ilustrativa)
g1 RR/Arquivo
George Gomes da Silva Neto de 38 anos foi encontrado morto na tarde de terça-feira (28), dentro do imóvel onde morava e também funcionava o seu comércio, na Rua Guiana, no bairro Parque das Nações I, em Dourados (MS).
Segundo a Polícia Civil, George estava com as mãos amarradas para trás e tinha um cabo de carregador de telefone celular enrolado no pescoço. A suspeita é de que ele tenha sido morto por estrangulamento.
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A equipe da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) foi até o local acompanhada da perícia e de investigadores do Serviço de Investigações Gerais (SIG). Conforme a análise inicial, a morte teria ocorrido cerca de 18 horas antes de o corpo ser encontrado.
De acordo com a polícia, o corpo estava sob um sofá e apresentava marcas de violência compatíveis com asfixia por garroteamento. A cena do crime foi isolada pela Polícia Militar para o trabalho da perícia.
Durante os levantamentos, os peritos recolheram o cartão de memória do sistema de câmeras de segurança instalado no imóvel, que poderá ajudar na identificação do autor do crime. Também foram apreendidos dois projéteis de arma de fogo deflagrados encontrados no local.
Ainda segundo a investigação, não havia sinais aparentes de arrombamento nem indícios de que objetos tenham sido levados da residência ou do comércio.
Um vizinho contou à polícia que decidiu procurar George depois de estranhar a ausência dele. Segundo o relato, a vítima costumava frequentar diariamente a distribuidora de bebidas onde ele trabalha, mas não apareceu durante a manhã. Ao abrir o portão do imóvel, encontrou o corpo e acionou a Polícia Militar.
Outra testemunha informou que viu George pela última vez por volta das 18h de segunda-feira (27), em frente ao estabelecimento.
Conforme depoimentos colhidos pela polícia, George era natural de Alagoas e não tinha familiares morando em Dourados. Testemunhas também relataram que ele era usuário de cocaína, mas afirmaram desconhecer possíveis desavenças ou suspeitos envolvidos no crime.
O corpo foi encaminhado para exame necroscópico, e os materiais apreendidos serão analisados durante a investigação. O caso foi registrado como homicídio qualificado por asfixia e cometido com a participação de duas ou mais pessoas. As investigações seguem sob responsabilidade do Serviço de Investigações Gerais (SIG).
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