Padrasto encaminhou áudio para o pai biológico da criança dizendo que a menina já estava morta
Arquivo pessoal/Vanderleia Monteiro do Amaral
O julgamento dos acusados pela morte da menina Maria Clara Aguirre Lisboa, ocorrida em outubro do ano passado, em Itapetininga (SP), foi marcado para o dia 18 de agosto, a partir das 9h, no Fórum de Boituva (SP).
Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), os réus Rodrigo Ribeiro Machado, padrasto da vítima, e Luiza Aguirre Barbosa da Silva, mãe da menina, serão submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri. O processo tramita sob segredo de Justiça.
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🔎 O júri popular, ou Tribunal do Júri, é uma instituição jurídica em que cidadãos comuns julgam crimes dolosos contra a vida. Os sete jurados decidem a culpa ou inocência, enquanto um juiz conduz o processo.
O corpo da menina, que tinha 5 anos, estava enterrado em uma cova rasa e concretada no fundo da casa onde a criança vivia com o padrasto e com a mãe.
O laudo necroscópico apontou que a criança morreu por asfixia mecânica por soterramento. O laudo, obtido com exclusividade pela TV TEM, indica que havia terra na traqueia da vítima, o que sugere que ela ainda respirava quando foi enterrada.





