Segundo o órgão, entre os meses de março e julho ocorre aumento na demanda por atendimentos de urgência e emergência em razão da sazonalidade dos vírus respiratórios, o que pode provocar, pontualmente, maior ocupação da unidade.
O DRS orienta que, para os casos leves, a população deve procurar as unidades de atenção básica, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Norte de Presidente Prudente
Emerson Sanchez/TV TEM
Ainda conforme a nota, o Hospital Regional de Presidente Prudente acolhe todos os pacientes que o procuram atendimento e utiliza o Protocolo de Manchester para classificação de risco, priorizando os casos de maior gravidade.
O órgão confirmou que, neste momento, o hospital opera acima da capacidade e informou que mantém diálogo constante com os serviços de saúde da região para realizar os encaminhamentos necessários.
Sobre a alegação de prioridade no atendimento a pacientes do sistema prisional, o DRS reiterou que o atendimento é definido exclusivamente por critérios assistenciais e pela classificação de risco.
No último ano, a unidade ampliou sua capacidade assistencial com 36 novos leitos de clínica cirúrgica e duas novas salas cirúrgicas. A ampliação representa um aumento de 30% na capacidade mensal de cirurgias eletivas, beneficiando mais de dois mil pacientes por ano.
Síndrome respiratória aguda grave
O tempo seco e a oscilação da temperatura, característicos do inverno na região de Presidente Prudente, pressionam o atendimento nas Santa Casas e prontos-socorros.
Números da Secretaria Estadual da Saúde mostram que cresceu a incidência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que reúne os casos mais graves de infecções respiratórias e exige hospitalização.
Inverno faz crescer a incidência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG)
Reprodução/RBS TV
Na região, somente neste ano, Presidente Prudente lidera em número absoluto de registros, com 46 casos e quatro mortes.
Rosana chama a atenção pela maior incidência proporcional: são 14 casos, três óbitos e taxa de 82,83 casos para cada 100 mil habitantes.
Confira os números de casos e de mortes por síndrome respiratória na região:
Presidente Prudente
Casos: 46
Mortes: 4
Rosana
Casos: 14
Mortes: 3
Dracena
Casos: 15
Mortes: 2
Pirapozinho
Casos: 4
Mortes: 1
Presidente Venceslau
Casos: 4
Mortes: 1
Quatá
Casos: 3
Mortes: 1
Euclides da Cunha Paulista
Casos: 1
Mortes: 1
Paulicéia
Casos: 1
Morte: 1
Lotação nas unidades de saúde
Em Rancharia, município que costuma registrar algumas das menores temperaturas da região, o movimento no Pronto-Socorro do Hospital e Maternidade segue acima do normal.
O presidente da unidade, Nelson Coletto, ressalta que a situação está sob controle e que, até o momento, nenhum paciente precisou ser transferido por falta de vaga.





