Belo Horizonte – Aos 4 anos, Luiza anda com dificuldade, cai com frequência e fala poucas palavras. Diagnosticada com uma doença genética ultrarrara e progressiva, essa moradora da capital mineira corre contra o tempo para viabilizar uma viagem a Dallas, nos Estados Unidos, onde foi selecionada para receber uma terapia gênica experimental. A família precisa arrecadar cerca de R$ 185 mil até o início de agosto para custear a viagem e a permanência no país.
A criança tem uma condição genética ultrarrara conhecida como Paraplegia Espástica Hereditária tipo 50 (SPG50) e sua família busca a chance de realizar uma terapia gênica inovadora.
Em abril, o pequeno mineiro Dudu, de 3 anos, passou pelo tratamento no local, e a família já relata melhora no quadro da criança. A SPG50 afeta menos de 100 pessoas em todo o mundo.





