Hospitais do Oeste Paulista enfrentam sobrecarga com avanço das doenças respiratórias
O aumento de casos de síndrome respiratória grave, que já provocou 14 mortes em 2026, sobrecarrega o sistema de saúde do oeste paulista. Municípios vem operando com lotação máxima, conforme apuração da TV TEM. Em algumas cidades, houve aumento de mais de 200% nos casos.
O tempo seco e a oscilação da temperatura, característicos do inverno na região de Presidente Prudente, pressionam o atendimento nas Santa Casas e prontos-socorros. Há previsão de mudança de temperaturas para os próximos dias (leia mais abaixo).
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Números da Secretaria Estadual da Saúde mostram que cresceu a incidência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que reúne os casos mais graves de infecções respiratórias e exigem hospitalização.
Em Rancharia, o cenário preocupa: dos 105 leitos disponíveis, a ocupação está elevada, com a Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
Reprodução/Google Maps
Na região, somente neste ano, Presidente Prudente lidera em número absoluto de registros, com 46 casos e quatro mortes.
Rosana chama a atenção pela maior incidência proporcional: são 14 casos, três óbitos e taxa de 82,83 casos para cada 100 mil habitantes.
O presidente da unidade, Nelson Coletto, ressalta que a situação está sob controle e que, até o momento, nenhum paciente precisou ser transferido por falta de vaga.





