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Aliados apontam razões que podem fazer Cleitinho recuar de candidatura

Belo Horizonte – A indefinição do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) sobre uma possível candidatura ao governo de Minas Gerais se aproxima do final, mas o cenário ainda não é claro nem mesmo para os aliados do político que levantam hipóteses e conjecturas sobre os pontos positivos, negativos, pedidos e desejos. A decisão é aguardada pelo presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) e pelo PL mineiro, que veem no parlamentar, uma oportunidade de ter um palanque forte no estado.
O principal ponto a favor da candidatura é o carinho que ele vem recebendo em suas agendas pelo interior do Estado e os pedidos para que entre na disputa. Cleitinho registra cerca de 30% das intenções de votos em todas as pesquisas até o momento.

Questões pessoais
Pessoas próximas afirmam que questões pessoais são mencionadas como um peso contra o desejo de concorrer, como o receio de não conseguir implementar seus projetos como gostaria, além de se tornar “vidraça&#8221. alvo das críticas que ele costuma fazer a políticos do Executivo.
Um dos pontos que o político apontava como central na demora em tomar a posição estava “problemas pessoais&#8221. Apesar dele não expor, alguns aliados entendem que ele se referia ao problema de saúde que seu irmão caçula Matheus Augusto Ramalho Azevedo enfrentou. Ele morreu no último sábado (18/7) devido a problemas decorrentes da leucemia.
Cleitinho Azevedo afirmou que vai anunciar sua decisão em agosto. A convenção estadual do Republicanos está marcada para 5 de agosto, último dia do prazo para oficializar os candidatos que estarão com seus nomes nas urnas em outubro.

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