O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve distribuir cerca de R$ 13,2 bilhões em lucros aos trabalhadores referentes ao resultado obtido em 2025. A decisão final ainda depende de aprovação do Conselho Curador do fundo, prevista para a próxima terça-feira (28/7).
Se confirmada, a distribuição seguirá a regra legal que determina o crédito dos valores até 31 de agosto de 2026, diretamente nas contas vinculadas dos trabalhadores.
Contas de empregos atuais (ativas);
Contas de empregos antigos (inativas).
O dinheiro não é dividido igualmente. A distribuição é feita de forma proporcional ao saldo de cada pessoa. Ou seja, o valor é proporcional ao dinheiro no fundo.
A proposta em análise prevê a distribuição de cerca de 90% do lucro total, o que deve resultar em um ganho próximo de 1,8% a 2% sobre o saldo.
O valor distribuído entra na conta do FGTS, mas segue as mesmas regras do fundo. Ou seja, só pode ser retirado em situações específicas, como demissão sem justa causa, compra da casa própria, aposentadoria, doenças graves e saque-aniversário.
A medida deve beneficiar mais de 130 milhões de trabalhadores, considerando todas as contas existentes no sistema. No ano passado, cerca de 134 milhões receberam o crédito.





