Apesar dos avanços da vacinação, o sarampo continua sendo um desafio para a saúde pública, principalmente em locais onde a cobertura vacinal está abaixo do recomendado. A doença é altamente contagiosa e pode causar complicações graves, especialmente em crianças e pessoas com a imunização incompleta.
Os primeiros sintomas, como febre, tosse, coriza e manchas vermelhas na pele, podem ser confundidos com os de outras infecções virais. Por isso, especialistas alertam para a importância do diagnóstico precoce e da vacinação, considerada a principal forma de prevenir novos casos e evitar surtos.
A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo e faz parte do calendário de rotina do Sistema Único de Saúde (SUS). A imunização é indicada para todas as pessoas entre 12 meses e 59 anos de idade.
Em situações de surto, as estratégias de vacinação podem ser ampliadas. Nesses casos, crianças entre 6 meses e 11 meses de idade também podem ser vacinadas, conforme a situação epidemiológica da região e a recomendação das autoridades de saúde.
Quem não foi vacinado ou está com o esquema incompleto deve procurar uma unidade de saúde para iniciar ou completar a vacinação, conforme as orientações do Calendário Nacional de Vacinação.
💉 Atualmente, o SUS disponibiliza duas vacinas para proteção contra a doença: a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e a tetraviral, que também inclui proteção contra a varicela (catapora).
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