Integrantes de campanhas do PT iniciaram uma “caça às bruxas” para tentar descobrir quem bancou o impulsionamento de conteúdos contra o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Nos bastidores, integrantes das campanhas afirmam que o ataque a perfis de candidatos adversários e o uso excessivo de inteligência artificial contrariam o discurso defendido pelo próprio PT. Por isso, a prioridade agora é identificar quem financiou a operação.
3 imagensFechar modal.1 de 3Presidente tem empate técnico contra Flávio Bolsonaro no segundo turnoArte Metrópoles2 de 3Lula e FlávioArte Metrópoles3 de 3Marcelo Camargo/Agência Brasil – BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BRENOESAKIFOTO
O movimento ocorre após o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, apresentar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma representação em que denuncia a existência de uma estrutura organizada de perfis falsos e contas impulsionadas para atacar o parlamentar nas redes sociais.
Após reunião com o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, Marinho afirmou que a representação reúne indícios de uma operação coordenada para manipular o ambiente digital, influenciar a opinião pública e interferir no debate político por meio da disseminação organizada de conteúdos.
“Viemos pedir auxílio à Justiça Eleitoral para que a investigação aconteça e possamos identificar quem está financiando esse atentado à democracia”. declarou o senador. Segundo ele, é preciso descobrir quem financia o que classificou como um “comportamento criminoso” nas redes sociais.





