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MP desarticula banco clandestino que lavava dinheiro para chefes do PCC

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) deflagrou, na manhã desta terça-feira (21/7), operação para desarticular uma rede suspeita de lavar dinheiro para integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ao todo, a Justiça expediu 18 mandados de prisão preventiva e 25 de busca e apreensão contra investigados apontados como responsáveis por ocultar e movimentar recursos da facção por meio de empresas de fachada e operadores financeiros.
A ação, coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), tem como foco um esquema que, segundo as investigações, oferecia uma espécie de “banco paralelo” para criminosos.
Os operadores recebiam grandes quantias em dinheiro vivo e devolviam os valores ao sistema financeiro por meio de transferências eletrônicas realizadas por pessoas jurídicas criadas para dar aparência de legalidade aos recursos.
Entre os principais beneficiários da estrutura, de acordo com o Ministério Público, está Leonardo Monteiro Moja, conhecido como Léo do Moja ou Léo do Moinho, apontado como uma das principais lideranças do PCC em São Paulo.

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