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Mãe salvou filho de 6 anos antes de carro pegar fogo no Park Way

O incêndio que destruiu um carro na manhã de sexta-feira (17/7), na Quadra 19 do Park Way, por pouco não terminou em tragédia. Dentro do carro estavam mãe e filho, de apenas 6 anos, que após a rápida ação da mulher, escaparam das chamas. O carro ficou totalmente destruído.
Veja como ficou o carro:

Ao Metrópoles, Gilberto Borges, pai da criança e companheiro da mulher que dirigia o Jeep Compass incendiado, relatou os momentos de tensão vividos pela família naquela manhã.
“Minha esposa saiu de casa, na quadra 22, com destino a Taguatinga para realizar a entrega de um material de decoração do aniversário de 6 anos do nosso filho. Eles estavam a menos de 2 km da nossa residência quando o veículo começou a apresentar falhas”, comentou.
Ele disse que a mulher notou a presença de fumaça saindo do carro e decidiu parar. “Assim que parou o veículo, ela percebeu um princípio de incêndio e, diante da rápida propagação das chamas, retirou nosso filho do carro com urgência”, relatou.
“Foi um risco muito grande, porque o fogo se alastrou rápido. Quando começou a queimar o carro, a parte elétrica parou de funcionar, tanto que eles não conseguiram abrir o porta-malas para resgatar as coisas. Nosso temor era que as outras portas também travassem e eles não tivessem conseguido sair do carro”, desabafou.
4 imagensFechar modal.1 de 4Mãe e filho escaparam por pouco do incêndio que destruiu o carroMaterial cedido ao Metrópoles2 de 4Segundo Gilberto, as chamas tomaram conta do veículo rapidamenteMaterial cedido ao Metrópoles3 de 4O fogo fez com que a parte elétrica parasse de funcionarMaterial cedido ao Metrópoles4 de 4O medo, segundo Gilberto, era que as portas do veículos travassem por causa da falha elétricaMaterial cedido ao Metrópoles
Segundo Gilberto, o Corpo de Bombeiros prestou atendimento imediato, controlando as chamas e orientando que ele solicitasse a perícia técnica. “Em contato com a Polícia Civil, fui informado de que a perícia não seria necessária, por não se tratar de um incêndio criminoso”, disse.
Sem assistência
O cirurgião foi orientado a falar com a concessionária, pelo fato de que o veículo estava com todas as revisões obrigatórias em dia. “Ao entrar em contato, disseram que o correto seria relatar o problema diretamente à montadora, que abriu um protocolo de vistoria com prazo de 48 horas para resposta”, detalhou.

No dia, segundo ele, prometeram enviar um guincho para transportar o veículo até a unidade autorizada. “Só que, após aguardar por mais de uma hora sem qualquer suporte, me vi obrigado a contratar um serviço de reboque particular para levar o carro até a minha residência”, lamentou.
Gilberto disse que somente após a publicação da matéria pelo Metrópoles sobre o incêndio no veículo, que a concessionária ligou, perguntando se o carro estava no local indicado. “Expliquei que não, pois não tinha recebido o auxílio prometido, nem instruções para o deslocamento.”
“Nossa revolta maior é que minha esposa e meu filho de 6 anos correram risco de vida e a montadora não deu nenhuma assistência, até o momento”, lamentou.
O Metrópoles entrou em contato com a Jeep e aguarda retorno.

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