O plano, que deve ser lançado no início de agosto, contará com investimento de R$ 130 milhões e será desenvolvido em parceria com o setor privado.
Países da Ásia Central, como Cazaquistão e Uzbequistão, também estão entre os mercados considerados estratégicos.
Segundo interlocutores, o governo brasileiro também conversa com Japão, Canadá e Emirados Árabes para que parte da produção que não vai mais para os EUA possa ser realocada para outros mercados.





