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Coordenador de Lula diz que PL questiona pesquisas por falta de votos

Amigo pessoal e um dos coordenadores da campanha do presidente Lula em São Paulo, o advogado Marco Aurélio de Carvalho vê desespero por parte do PL ao questionar pesquisas de intenção de voto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
À coluna, Marco Aurélio afirmou não haver preocupação na campanha de Lula com as ações movidas pelo partido de Flávio Bolsonaro contra os levantamentos eleitorais. Na avaliação do advogado, a reação do PL decorre da falta de votos. 
3 imagensFechar modal.1 de 3Marco Aurélio de Carvalho, advogado e coordenador da campanha de reeleição do presidente Lula em São PauloNina Quintana/Metrópoles2 de 3Senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ)Breno Esaki/Metrópoles3 de 3Presidente LulaRicardo Stuckert / PR
“O que falta aos bolsonaristas é voto. Eles estão perdendo o que tinham. Isso justifica o desespero, mas não há nenhuma preocupação adicional com esses questionamentos”, afirmou.
“Isso só revela uma postura recorrente de espernear, de tentar brigar com a realidade, o que não é exatamente uma surpresa para um grupo que nega o óbvio, adota posições anticiência, antivacina e antimedicina, entre outras&#8221. emendou.
A pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira (15/7) aponta que Flávio Bolsonaro perdeu força entre eleitores de direita que não se identificam como bolsonaristas. Em maio, ele tinha o apoio de 74% desse segmento. Em julho, o percentual caiu para 54%.
Questionamento às pesquisas
A campanha Flávio acionou o Tribunal Superior Eleitoral para questionar a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada em 1º de julho. O partido alega que o instituto não apresentou, dentro do prazo legal, dados específicos do levantamento.
A pesquisa contestada mostra Lula à frente em um eventual segundo turno, com 48,8% das intenções de voto, contra 42,3% de Flávio.
Essa é a segunda investida do PL contra levantamentos da Atlas. Em junho, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, acolheu um pedido do partido e determinou a suspensão de uma pesquisa, sob o argumento de que o questionário induziu as respostas dos entrevistados.

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