A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu na nessa quinta-feira (16/7) Alan Braga (foto em destaque), 41 anos, investigado por disseminar ódio contra mulheres, negros e nordestinos por meio de postagens feitas nas redes sociais.
Veja vídeo: A operação conduzida pela 8ª Delegacia de Polícia (SIA) cumpriu mandado de busca e apreensão em Ceilândia (DF). A investigação apura publicações com ataques direcionados a mulheres, pessoas negras e nordestinos, além de manifestações ofensivas contra moradores de estados específicos.
De acordo com a PCDF, Alan utilizava um perfil para divulgar conteúdos discriminatórios e ofensivos, com indícios da prática dos crimes de racismo e injúria racial.
4 imagensFechar modal.1 de 4Alan Braga foi preso nesta quinta-feira (16/7)2 de 4Alan Braga foi preso nesta quinta-feira (16/7)3 de 4Alan Braga foi preso nesta quinta-feira (16/7)4 de 4Alan Braga foi preso nesta quinta-feira (16/7)
As investigações tiveram início depois que policiais da Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 8ª DP identificaram comentários de teor misógino publicados pelo perfil de Alan em uma postagem da própria PCDF no Instagram.
A publicação divulgava o evento Elas Fazem a Polícia, promovido pela Divisão Integrada de Atendimento à Mulher (Diam), voltado a destacar o protagonismo das mulheres na corporação. Nas mensagens, Alan atacava mulheres que participavam da discussão e também fazia comentários depreciativos sobre a corporação.
2 imagensFechar modal.1 de 2Alan Braga usava o perfil nas redes sociais para atacar mulheresMaterial obtido pelo Metrópoles2 de 2O homem de 41 anos também atacava negros e nordestinosMaterial obtido pelo Metrópoles
Ao longo da apuração, a PCDF identificou que o perfil pertencia a ele. A confirmação foi possível com auxílio de uma ferramenta de reconhecimento facial da corporação, a partir de imagens publicadas pelo próprio investigado, além da análise de outras informações do perfil. A polícia também pediu à Meta os dados cadastrais da conta, mas ainda não recebeu resposta.
Durante a apuração, os policiais identificaram postagens em que o suspeito atacava grupos inteiros em razão da cor da pele e da origem regional.





