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Justiça proíbe reaproveitamento de peças da Chanel; entenda o caso

O mercado da moda enfrenta um impasse ecológico após o Tribunal de Paris dar ganho de causa à Chanel contra a Kamad Reworked, acusada de comercializar sem autorização peças de upcycling que continham o icônico monograma da grife. A decisão da Justiça europeia fecha o cerco contra pequenos artesãos que transformam resíduos de luxo em novas peças, ao mesmo tempo em que grandes etiquetas promovem metas sustentáveis em seus relatórios anuais.
Vem entender!
Fachada da Chanel
 
A linha tênue da propriedade
Em maio deste ano, a Chanel obteve uma decisão favorável na disputa judicial contra a empresa norte-americana Kamad Reworked, comandada por Kelly Kamada. A grife francesa alegou que a marca comercializava joias produzidas a partir de botões autênticos da Chanel, adquiridos legalmente no mercado de revenda, mas que exibiam o famoso monograma “CC” sem autorização para esse novo uso.

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