Belo Horizonte – Enquanto o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) apura o suposto desaparecimento de parte do acervo do Palácio das Mangabeiras, antiga residência oficial dos governadores em Belo Horizonte, incluindo obras de arte, pratarias, louças, móveis e livros, ainda há muitas dúvidas sobre o caso.
O caso veio à tona após uma fiscalização realizada por deputados da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que apontou o sumiço de diversos bens. Em sua defesa, o governo de Minas afirma que os itens foram devidamente catalogados e transferidos legalmente para outros órgãos públicos.
Segundo informações divulgadas pela Assembleia Legislativa, além de obras, desapareceram um aparador, uma mesa de jantar com capacidade para até 40 pessoas, os equipamentos da cozinha profissional do palácio e a biblioteca, que reunia 1.038 livros restaurados durante o governo de Antonio Anastasia.
No fim da semana passada, o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) ironizou as denúncias e afirmou que a economia gerada por não morar na residência oficial seria suficiente para pagar os “móveis velhos”.





