Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Suspeito morto pela Rota forjou documentos para ocultar passado de crimes

Elenilson Francisco da Silva, conhecido como Galego (imagem em destaque), acumulou uma ficha de antecedentes criminais de 12 páginas antes de passar a usar outro nome e novos documentos pessoais. O histórico incluía registros relacionados a homicídios, roubos, porte de arma, sequestro e motim em presídio.
Galego é uma das sete pessoas mortas, até o momento, por policiais das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) durante buscas por supostos envolvidos no atentado contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santos. Integrante do mesmo batalhão de choque, o oficial foi baleado na nuca, no último dia 27, e segue internado em estado grave, porém estável.
10 imagensFechar modal.1 de 10Viatura da Rota da PM de São PauloDivulgação/ Francisco Cepeda / Governo do Estado de SP2 de 10Reprodução/Redes Sociais/PMSP3 de 10Ronickson Pimentel, tenente da Rota baleado na cabeça, e a esposa, Cintia PimentelReprodução/ Instagram4 de 10Reprodução/SSP5 de 10Golias durante fuga, acompanhando da esposa e duas filhas, além de um homem Reprodução/SSP6 de 10Ronickson Pimentel dos Santos, tenente da Rota baleado. Irmão de Eloá Pimentel Polícia Militar/Reprodução7 de 10Policial militar de SP com braçadeira da RotaDivulgação/SSP-SP8 de 10Militares da Rota respondem por homicídio e fraude processualDivulgação/Rota9 de 10viaturas da Rota Divulgação/ Francisco Cepeda / Governo do Estado de SP10 de 10Capitão da Rota da PM de São Paulo perdeu o posto e patente após envolvimento em venda de anabolizantes ilegaisDivulgação/PMSP
Fontes que acompanham a investigação afirmaram ao Metrópoles que Galego não participou diretamente do atentado. Ele teria apenas dado abrigo a Hércules da Costa Siqueira, o Golias, e à mulher dele, Cláudia Ferreira Ramos, durante a fuga (assista abaixo).
Golias é apontado como o principal suspeito de apertar o gatilho contra Pimentel e permanece foragido.

 
Duas identidades
Durante quase toda a vida, Galego foi identificado pelos órgãos de segurança como Elenilson Francisco da Silva, nascido em 1º de abril de 1979, em Sertânia, Pernambuco.
Na ficha policial, ele aparece como servente e morador de Peruíbe, no litoral paulista. Nela também constam os nomes de mãe e pai. O cadastro estava vinculado a um RG classificado como criminal.
Posteriormente, ele passou a se apresentar como Elenilson Misael da Silva (trocando Francisco, do primeiro registro, por Misael). A data e a cidade de nascimento foram mantidas, mas a filiação e os números dos documentos mudaram.
Na segunda identidade, consta apenas o nome da mãe, no qual ele também incluiu “Misael&#8221. O pai desaparece dos documentos. Também foram atribuídos ao suspeito outro RG e CPF.

Tags:

Gostou? Compartilhe!

Mais leitura
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore