Após acidente de trem e picada de cobra, professora luta por mobilidade em perna amputada
A vida da professora Fabiana Nunes Moraes, de 46 anos, moradora de São Roque (SP), é um testemunho de resiliência. Vítima de um trágico e raro acidente há 31 anos, quando foi atingida por um trem e picada por uma cobra no mesmo instante, enfrenta uma longa e dolorosa jornada médica que moldou sua trajetória de readaptação.
Fabiana lecionava na rede municipal de Alumínio (SP) e atua de forma readaptada desde 2018. O drama pessoal começou em 1995, quando o impacto da composição ferroviária esmagou seus tecidos e a picada da serpente complicou o quadro clínico.
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"Na primeira internação, em São Paulo, passei por mais de 20 cirurgias entre abril e agosto daquele ano. Depois disso, perdi a conta", relembra.
Fabiana na sua primeira internação em São Paulo
Arquivo pessoal
A luta pela preservação do membro
Após mais de 20 anos enfrentando procedimentos reconstrutivos para tentar salvar a perna direita, a professora desenvolveu osteomielite crônica (uma infecção bacteriana profunda no osso).





