Você já ouviu falar que o zinco é importante para a imunidade, mas sabe exatamente por quê? Esse mineral, muitas vezes lembrado apenas em épocas de gripes e resfriados, auxilia no funcionamento do sistema imune — diretamente ligado à forma como nosso corpo se defende de vírus e bactérias.
Neste post, vamos explicar como o zinco age no sistema imunológico, quais são as necessidades diárias desse mineral, onde encontrá-lo na alimentação e o que pode acontecer quando ele está em falta.
Como o zinco fortalece o sistema imunológico?
O zinco auxilia o funcionamento do metabolismo, o crescimento, a reparação de tecidos e o funcionamento adequado das defesas do organismo. Uma de suas principais funções é auxiliar na manutenção das células imunes — verdadeiros "soldados de defesa" que ficam prontos para proteger o corpo contra invasores.
“O zinco participa diretamente do desenvolvimento e da ativação dos glóbulos brancos, especialmente os linfócitos”, explica a nutricionista Maria Luísa Repula. “Sem quantidade suficiente deste mineral, essas células perdem parte da capacidade de reconhecer e combater vírus e bactérias com eficiência”.
Além disso, o mineral contribui para a renovação das células do sistema imune, tem papel antioxidante e favorece a cicatrização. Também está envolvido em diversas outras reações no corpo, incluindo o metabolismo da vitamina A e a saúde de unhas e cabelos.
“Por isso, manter níveis adequados de zinco é importante para o funcionamento normal do sistema imunológico e para a manutenção da saúde de forma geral”, resume Maria Luísa.
Qual a quantidade diária recomendada de zinco?
As recomendações de zinco variam conforme idade, sexo e condições fisiológicas. De acordo com as Dietary Reference Intakes, elaboradas pelo comitê do Food and Nutrition Board/Institute of Medicine (FNB/IOM) com a colaboração de cientistas canadenses e estadunidenses, Para adultos, a ingestão diária recomendada é de 11 mg para homens e 8 mg para mulheres.
No caso de idosos, os valores recomendados permanecem os mesmos, mas há que se considerar outras questões. “É importantíssimo avaliar fatores como redução da ingestão alimentar, alterações gastrointestinais e menor absorção de nutrientes, que podem aumentar o risco de inadequação e deficiência [nesta fase]”, orienta a nutricionista.
Como obter as quantidades necessárias?
Ostras, frutos do mar, peixes, aves e carnes bovinas são algumas das melhores fontes de zinco.
RDNE Stock project/Pexels.
O zinco é obtido principalmente pela alimentação — e uma alimentação equilibrada costuma suprir as necessidades diárias da maioria das pessoas. Entre as melhores fontes estão carnes bovinas, aves, peixes e frutos do mar — com destaque para as ostras —, além de leite e derivados.
Entre os alimentos de origem vegetal, o mineral está presente em feijões, lentilhas, grão-de-bico, castanhas, sementes de abóbora e cereais integrais. No entanto, sua absorção a partir dessas fontes pode ser menor devido à presença de fitatos, substâncias que se ligam ao zinco no intestino e reduzem seu aproveitamento pelo organismo. Por isso, pessoas que seguem dietas vegetarianas ou veganas estritas precisam consumir uma quantidade maior desses alimentos ou considerar a suplementação.
Suplementar zinco também é uma opção para quem, por motivos como ingestão inadequada, demandas aumentadas ou restrições alimentares específicas, não consegue obter toda a quantidade do mineral necessária por meio da alimentação. Nestes casos, os produtos Maltta Nutrition são opções confiáveis e de qualidade. Eles trazem o zinco isolado — Zinco ou Zinco Quelato — ou em compostos com outros nutrientes como a vitamina D e a vitamina C.
Quais os sintomas da deficiência de zinco?
A falta de zinco pode se manifestar de formas diferentes em cada pessoa, dependendo da intensidade e da duração da inadequação nutricional. De maneira geral, alguns sinais mais comuns incluem alterações do paladar e do olfato, queda de cabelo, dificuldade de cicatrização, alterações na pele, perda de apetite e maior sensação de cansaço.
“Do ponto de vista imunológico, a ingestão insuficiente de zinco pode comprometer o funcionamento adequado das células de defesa, resultando em uma resposta imune menos eficiente”, explica Maria Luísa.
Por isso, é fundamental manter uma ingestão adequada de zinco por meio de hábitos alimentares saudáveis e, quando necessário, com o apoio da suplementação, sempre orientada por um profissional de saúde.
Para quem busca esse suporte, a Maltta oferece diferentes opções com zinco, desenvolvidas para atender perfis e necessidades específicas: Vitamina C + Zinco Quelato; Zinco + Vitamina D3; Zinco e Zinco Quelato Mais.
Para o público infantil, formulados conforme as dosagens permitidas pela ANVISA para o público infantil, a linha Malttinha Kids conta com Cálcio + Vitamina D + Vitaminas C, B6, B12 e Zinco e o Zinco Kids, formulado exclusivamente com o mineral.
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