Belo Horizonte — O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), ironizou nesta sexta-feira (10/7) as denúncias sobre o suposto desaparecimento de parte do acervo do Palácio das Mangabeiras. Durante visita ao Mercado Central, na capital mineira, ele afirmou que a economia gerada por não morar na residência oficial seria suficiente para pagar os “móveis velhos” apontados como desaparecidos e sugeriu que o caso pode envolver uma “armação”.
“Eu economizei, no mínimo, R$ 300 mil a R$ 400 mil por mês morando na minha casa. Essa economia, se tem alguma coisa de lá que sumiu, e não sumiu, um mês de economia paga tudo esses móveis velhos que estavam lá”. declarou.
Na sequência, Zema comparou o caso ao episódio envolvendo os móveis do Palácio do Planalto, após a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quando o petista foi morar na casa que antes era usada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) e alegou o sumiço de móveis.





