Polícia Civil informou que a investigação sobre o desvio de R$ 10 milhões em medicamentos está na fase final
Foto: Jarderson Silva/Secom
Seis meses após a descoberta de um esquema que desviava medicamentos e insumos hospitalares estimado em R$ 10 milhões em Rio Branco, a Polícia Civil informou nesta terça-feira (7) que está na fase final da apuração antes de indiciar os suspeitos.
Segundo a corporação, falta apenas a conclusão dos relatórios periciais extraídos de aparelhos telefônicos apreendidos durante as investigações.
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O delegado Igor Brito explicou que os celulares do idoso de 74 anos, que tinha a farmácia clandestina e de um servidor do estado foram apreendidos e passaram por perícia técnica em mensagens e ligações para buscar possíveis clientes que compravam os insumos desviados.
Conforme Brito, o resultado do laudo é que vai definir os próximos passos da investigação. Até a última atualização desta matéria, ninguém foi preso.
Durante entrevista no dia 5 de janeiro, o então secretário de saúde, Pedro Pascoal disse que os desvios tiveram impactos aos pacientes. "O Estado fazia a aquisição mas os medicamentos nunca eram suficientes para as patologias, doenças, diagnósticos, e isso deu um start [na investigação]", afirmou.
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