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PF abre investigação em caso de emendas para ONGs ligadas a Dark Horse

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o uso de recursos públicos, por meio de emendas parlamentares, destinadas a empresas ligadas à produção do filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O caso é investigado a partir de decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). A suspeita é de que cinco deputados tenham destinado emendas à ONGs e empresas que financiariam a produção cinematográfica.
A denúncia apurada chegou ao STF a partir de ação da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP), que requisitou a apuração de repasses de emendas para o que classificou como um “ecossistema de pessoas jurídicas interconectadas&#8221.
Segundo a denúncia, Mario Frias – que, além de parlamentar, é produtor-executivo do filme – repassou valores oriundos de emendas parlamentares à ONG Instituto Conhecer Brasil. Segundo denúncia analisada pelo STF, Mario Frias teria destinado R$ 2 milhões à ONG. Ele nega.
Além de Mario Frias estão na lista da denúncia, a deputada Bia Kicis (PL-DF), o deputado Marcos Pollon (PL-MS), Carla Zambelli e Alexandre Ramagem. De acordo com a denúncia, a ONG Academia Nacional de Cultural também teria recebido cerca de R$ 2,6 milhões de parlamentares.
São questionados repasses às seguintes ONGs e empresas:

Instituto Conhecer Brasil;
Academia Nacional de Cultura;
Go Up Entertainment; e
Conhecer Brasil Assessoria.

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