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‘Não era para esse voo ter sido autorizado’, diz mãe de vítima do Paraná após ler transcrição da cabine de avião da Voepass pela 1ª vez

Mãe de vítima fala sobre sentimento após ler transcrição da cabine de avião da Voepass
Adriana Ibba, mãe da vítima mais nova do voo 2283 da Voepass afirmou que "não era para esse voo ter sido autorizado" após ter acesso, pela primeira vez, à transcrição das conversas registradas na cabine da aeronave e ao laudo da Polícia Federal sobre o acidente que matou 62 pessoas, em agosto de 2024.

A tragédia aérea ocorreu em agosto de 2024, após o voo sair de Cascavel, desde então, parentes aguardam respostas sobre as causas e responsáveis pela queda.

Adriana era mãe de Liz Ibba dos Santos, de três anos. A criança embarcou com o pai, Rafael Fernando dos Santos, que também morreu. Eles iriam para Florianópolis passar o Dia dos Pais.
“Se passaram quase dois anos e não tem um dia que eu não pense sobre isso. A impressão que tenho é que esse avião cai todos os dias [.] A expectativa agora é que haja os indiciamentos dos responsáveis diretos e indiretos que autorizaram esse voo, porque não era para esse voo ter sido autorizado”, disse Adriana.
A reunião com representantes das famílias ocorreu nesta terça-feira (30), em Campinas (SP), e marcou a reta final da investigação, que deve ser concluída nos próximos 30 dias.

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