Mais de 1.500 obras que estavam guardadas no acervo do Museu Nacional da República foram digitalizadas e, agora, passam a integrar um acervo digital e público. As obras pertencem à grandes nomes das artes, como Anita Malfatti, Alfredo Volpi, Candido Portinari, Antonio Bandeira e Di Cavalcanti. A seleção contempla ainda artistas do próprio Distrito Federal como Adriana Vignoli, Antônio Obá e Raquel Nava.
A digitalização faz parte do projeto #conectaMuN que busca democratizar o acesso às artes do museu — principalmente àquelas que, por estarem guardadas no acervo, raramente eram vistas pelo público.
O diretor do Museu Nacional da República, Paulo Vega, afirmou que exposição é um presente não apenas para o museu, mas para toda cidade.
“Agora, o museu deixa de estar limitado aqui a nossa cúpula, ele pode ser acessado em qualquer lugar do mundo, né? Tanto pelo público em geral, quanto por estudantes, pessoas curiosas, turistas que vão vir a Brasília, né?”
Além disso, o diretor também contou que a digitalização das obras também é para os artistas, que às vezes questionavam do tempo que uma obra demorava para aparecer na galeria.
“Então, as pessoas vão poder acessar, inclusive os próprios artistas, né? Que assim, muitos comentam de: ‘Ah, eu doei uma obra no ano tal e faz tanto tempo que eu não vejo ela’. Sabe? Agora ele vai poder ver que ela tá aqui mesmo, ter essa certeza, né, de não de poder ver ela e não depender dessa da necessidade de uma exposição”. falou.





