Cidade de Arame, a 476 km de São Luís.
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A avó suspeita de abandonar a neta recém-nascida em uma rua de Arame, no Maranhão, continua presa após uma audiência online realizada no domingo (28). A Justiça considerou legal a prisão preventiva da mulher e negou o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa.
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A suspeita está presa na cidade de Grajaú. Durante a audiência, a defesa pediu que ela cumprisse prisão domiciliar, alegando que a mulher tem problemas cardíacos. O pedido, porém, foi negado.
Relembre o caso
A mulher foi presa preventivamente na sexta-feira (26), em Arame, suspeita de abandonar a própria neta, uma recém-nascida de apenas 5 dias de vida, em uma via pública.
O caso aconteceu durante a madrugada. Um vídeo mostrou a bebê chorando sozinha em uma rua vazia. As imagens circularam nas redes sociais e tiveram grande repercussão na região.
Após a divulgação do vídeo, a Polícia Civil do Maranhão e a Polícia Militar iniciaram buscas para identificar quem havia deixado a criança no local. Durante as investigações, a polícia apontou que a suspeita era a avó da bebê.
Segundo a investigação, a mulher teria abandonado a recém-nascida na rua para “chamar a atenção da filha”, mãe da criança.
Com base nas informações reunidas no inquérito, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva da suspeita. O pedido foi aceito pela Justiça, e a mulher foi localizada e presa.
Depois da prisão, ela foi levada para a delegacia, onde passou pelos procedimentos legais, e ficou à disposição da Justiça.
Esse é o segundo caso de abandono de criança com grande repercussão no Maranhão em menos de uma semana. Na quinta-feira (25), uma criança de 3 anos foi encontrada sozinha durante a madrugada em Sítio Novo, na Região Tocantina.
A criança foi encontrada por um vigilante de um hospital, que acionou a polícia. A mãe da menina foi presa.
Segundo a polícia, a mãe disse que havia deixado a filha sob os cuidados de vizinhos e que, em algum momento, a criança saiu sozinha. A mulher estava em um bar quando o caso aconteceu. Ela prestou depoimento, e o caso segue sob investigação.





