No Brasil, o número de idosos ultrapassa os 32 milhões, conforme o Censo Demográfico de 2022. Dados da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) mostram que a prevalência de sarcopenia em pessoas com mais de 60 anos é estimada entre 15% e 17%.
Esse percentual tende a dobrar entre o grupo dos mais longevos. O médico Gilbert Macêdo Lôbo explica como diferenciar os efeitos naturais do envelhecimento da doença.
Dificuldade para se levantar de uma cadeira sem apoio.
Redução da força para carregar objetos do dia a dia.
Caminhada mais lenta.
Cansaço excessivo em atividades simples.
Perda de equilíbrio.
Redução da disposição física.
Diminuição da massa muscular dos braços e pernas.
Maior frequência de quedas ou tropeços.
Perda de equilíbrio é um sinal de alerta da condição
Gilbert menciona que a prevenção da sarcopenia “começa muito antes da terceira idade”.
Deve-se praticar exercícios de força regularmente, manter ingestão adequada de proteínas, controlar doenças crônicas e garantir níveis adequados de vitamina D. Outros hábitos a serem adotados envolve evitar o sedentarismo, ter sono de qualidade e dispor de acompanhamento médico periódico.
O especialista em geriatria pondera sobre a condição ser mais frequente após os 60 anos, entretanto indivíduos mais jovens também podem desenvolver a sarcopenia quando mantêm hábitos inadequados, apresentam obesidade associada à perda muscular ou convivem com doenças crônicas.
“Envelhecer bem não depende apenas da idade que consta nos documentos, mas da capacidade de manter autonomia, vitalidade e qualidade de vida”. encerra.
A prevenção da sarcopenia “começa muito antes da terceira idade”. conforme avalia o médico
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