O processo administrativo contra o juiz vai investigar formalmente se houve racismo religioso institucional, quebra dos deveres de imparcialidade, desrespeito ao dever da igualdade e conduta incompatível com o cargo. Ainda segundo o documento, o juiz será notificado e terá até 15 dias para apresentar a defesa prévia.
Denúncia de intolerância
TJ-BA determina que quadro com foto de sacerdotisa do Candomblé seja recolocado em fórum
Em 4 de março, após ter a foto retirada da exposição, a sacerdotisa Solange Borges e o Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro) acionaram o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O instituto pediu a suspensão do ato do juiz e a imediata reintegração da fotografia à exposição. Além disso, foi requisitado que uma medida disciplinar fosse aplicada, bem como medidas que assegurem a eficácia da resolução.
Um dia depois, em 5 de março, o TJ-BA determinou que a foto fosse recolocada na exposição.





